Por um 2016 com significado

Que vontade de fazer durar o ano inteiro esta sensação que o início do ano traz. Essa vontade de fazer melhor, de crescer, de se aventurar, de fazer novos planos e inventar novos sonhos.

Além do trabalho que herdamos do ano passado e dos planos que têm que ser continuados, aqui na Contente já surgiu a pergunta: o que vamos fazer de novo em 2016?

Encontrei algumas questões que podem ajudar a responder a esta pergunta no post Ten questions for work that matters, de um dos nossos musos inspiradores, o Seth Godin. Vou traduzi-las aqui livremente para pensarmos juntos:

  • O que você está fazendo que é difícil? 
  • O que você está fazendo que as pessoas acreditam que só você pode fazer?
  • Quem você está conectando? 
  • O que as pessoas dizem quando falam sobre você?
  • Do que você tem medo? 
  • Qual é a fonte da sua escassez?
  • Quem você está tentando mudar? 
  • Que tipo de mudança você deseja? 
  • Vamos sentir falta do seu trabalho se você deixar de fazê-lo?
  • O que você defende, quais são suas crenças e convicções? 
  • Que contribuição você está fazendo?

De acordo com o Seth, qualquer questão que parece difícil de responder merece mais atenção. Ele também completa que as respostas que forem mais complexas podem ser sinal de algo importante.

Se estas perguntas não servirem de inspiração, compartilho também um trecho de uma palestra da Marina Abramović que vi e adorei:

"Estamos sempre fazendo as coisas que gostamos na vida. E é por isso que não mudamos. Fazemos coisas na vida, e nada acontece se sempre fizermos as coisas do mesmo jeito. Mas meu método é fazer coisas das quais tenho medo, as coisas que temo, as coisas que não conheço, ir para o território onde ninguém nunca esteve. E isso também inclui o fracasso. Acho que o fracasso é importante porque, se vocês forem, se experimentarem, podem falhar. Se não forem para aquela área, se não falharem, vão, na verdade, ficar se repetindo sem parar. E penso que agora os seres humanos precisam de uma mudança, e a única mudança possível é no campo pessoal. É preciso fazer uma mudança em si mesmo, pois a única forma de mudar a consciência e mudar o mundo ao nosso redor é começar consigo mesmo. É tão fácil criticar as coisas do mundo, como são diferentes e erradas, os governos corruptos, a fome que há no mundo, e as guerras, a matança. Mas o que estamos fazendo no nível pessoal, qual é a nossa contribuição para esta coisa toda?"

Vamos fazer por aqui o difícil exercício de responder a essas perguntas. Se vocês se animarem também, vamos trocando nos comentários!

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Luiza VollComment